Mostra-me,
o que os teus olhos,
escondem,
quando,
nos meus braços,
paras o tempo,
e fazes,
das palavras reféns,
do vermelho,
dos teus lábios.
Deixa,
que me digam,
os caminhos,
de ti,
o que tatuas,
na alma,
enquanto,
as minhas mãos,
provam,
o sabor,
da tua pele.
E quando,
rendidos
à minha ousadia,
faz do ventre,
o meu olhar,
que eu faço,
do meu corpo,
o teu.
sábado, 14 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Sem retorno
Já não olhas para trás,
segues sem rumo.
Perdido,
no que o vento,
te traz,
como um pedaço,
de fumo.
Já não tens medo,
traças tu,
o caminho.
E até o segredo,
contigo,
fica sozinho.
Já não sabes,
que norte,
o desnorte te traçou,
e com um pouco de sorte,
foi ele,
que te abandonou.
Já só,
do silêncio,
falas,
contas uma história,
só tua,
e mesmo nas pausas,
em que te calas,
já não tens sol,
apenas lua.
Gostava de te dar a mão,
mostrar-te,
de novo,
o caminho,
para que soubesses,
irmão,
que não caminhas,
sozinho.
segues sem rumo.
Perdido,
no que o vento,
te traz,
como um pedaço,
de fumo.
Já não tens medo,
traças tu,
o caminho.
E até o segredo,
contigo,
fica sozinho.
Já não sabes,
que norte,
o desnorte te traçou,
e com um pouco de sorte,
foi ele,
que te abandonou.
Já só,
do silêncio,
falas,
contas uma história,
só tua,
e mesmo nas pausas,
em que te calas,
já não tens sol,
apenas lua.
Gostava de te dar a mão,
mostrar-te,
de novo,
o caminho,
para que soubesses,
irmão,
que não caminhas,
sozinho.
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