Mostra-me,
o que os teus olhos,
escondem,
quando,
nos meus braços,
paras o tempo,
e fazes,
das palavras reféns,
do vermelho,
dos teus lábios.
Deixa,
que me digam,
os caminhos,
de ti,
o que tatuas,
na alma,
enquanto,
as minhas mãos,
provam,
o sabor,
da tua pele.
E quando,
rendidos
à minha ousadia,
faz do ventre,
o meu olhar,
que eu faço,
do meu corpo,
o teu.
Sempre bonita esta tua linha poética cheia de romantismo :)
ResponderEliminarPaula