Mão, impressão digital, que nos identifica sobre os demais. Por vezes, a diferença, não quer dizer nada , noutras quer dizer tudo. Certeza, porem, que por mais que te esforces, ninguém é como tu, e por mais que tentes igualar os feitos, de esse alguém, ficarão sempre aquém, daquilo que realmente tu quererias fazer. Por vezes, ficamos com a sensação de que por mais que queiramos aproximar o «eu» de «mim», mais longe estamos de nós mesmos. A realidade, funde-se com a realidade de cada um de nós, formando como que uma realidade pessoal e intransmissível, que para o bem e para o mal, deforma a maneira de interpretar as coisas, dando a profundidade, ao que se designou chamar Moral. Assim, a Moral é produto de nós mesmos, a quem nós mesmos, impomos regras e leis, numa tentativa vã, de querer que a visão que temos de nós ou dos outros, possa ser amenizada, controlada ou modificada. Puro engano, por mais que queiras, exorcizar a tua parte animal , a tua parte cerebral, cria uma parte social, baseada nos teus instintos animais, fazendo com que cries anticorpos de ti mesmos infectados com o teu próprio ADN.
Sendo assim, com que Moral é que alguém julga os outros num pressuposto que é dono e senhor da tão vil, infame, instável e traiçoeira verdade Moral, ou seja, quem é a Religião, a Sociedade e a Política, para me dizerem que não vou para o céu, (isso quase de certeza), que não posso ter varias opções sexuais ou que não posso ser demagogo? Vive a tua vida, escolhe os teus caminhos, tendo sempre presente que cada acto que fizeres necessariamente, dará origem a uma reacção em cadeia de muitos outros, nos quais casualmente poderás ser tu a decidir.
Sem comentários:
Enviar um comentário