Tenho de dar a mão á palmatória, há quem saiba passear a sua classe por estas «veredas» que são a vida. A leveza moral de certas pessoas, aliadas ao narcisismo venial das suas palavras, aplicadas ao seu entendimento distorcido da «sua» realidade, transforma-nos em meros peões, no tabuleiro de jogo, que é a política.
Outros há, que por ocuparem cargos ou posições, que lhes permitem exercer sobre terceiros autoridade, desatem a purgar, fantasmas, dores, «desamores» ou até mesmo sexualidades reprimidas. Existem ainda, aqueles, que na tentativa, apenas visível, na sua cabeça, de alcançarem poder, se transformam numa pessoa que não são, com danos irreparáveis, para o seu verdadeiro «eu».
Esta oligarquia criada, desde de tenra idade, na nossa« sociedadizinha», em que se ensina as criancinhas, a serem espertas, a subjugar as outras, a serem líderes natos, a serem o número um, encontra o expoente máximo nas câmaras municipais, presidência de clubes de futebol, nas instituições financeiras, (privadas e públicas), nos pseudos-empresários, nos para-empresários, nos mega-empresários, nos empresários fantasmas e em todos aqueles que possuam um QI, ajustado á posição que pretendam. (Leia-se por QI : Quem Indica).
Perante tal cenário torna-se quase impossível, arranjar argumentos para inverter a tendência cada vez mais vincada do «Boys for the jobs», o que me leva á conclusão que filhos da p**a são fêmeas, pois fazem-se, uns aos outros.
Continuas em grande. Estou pontinha para retomar as discussões de há 20 anos atrás.
ResponderEliminarMau! Então o teu blog não está a aceitar posts?
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